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ENERGISA DETECTOU IRREGULARIDADES NAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DO GRANDE TEMPLO

Redação
Redação nov 04

A igreja entrou com uma ação contra a Energisa reclamando de duas faturas de energia que somam R$ 5,3 mil, lançadas no mês de agosto, após o Grande Templo retomar as atividades que estavam suspensas durante a pandemia da Covid-19.

NOTA DA ENERGISA

“A Energisa informa que em inspeção de rotina realizada no dia 4 de Agosto de 2021, identificou a violação do medidor de energia elétrica da igreja. Esse procedimento irregular, realizado sem o consentimento da companhia, além de colocar em risco a segurança da unidade consumidora e da população local, fez com que a energia que estava sendo consumida, não fosse totalmente registrada pelo equipamento.

A inspeção foi acompanhada pelo responsável da unidade consumidora e o processo seguiu todos os requisitos normativos pautados na regulamentação vigente da Agência Nacional de Energia Elétrica.

Diante disso, a Energisa fez a cobrança de toda a energia não faturada durante o período da irregularidade seguindo análise técnica sobre o consumo, entre agosto de 2020 e julho de 2021.”

A juíza Sinii Savana Bosse Saboia Ribeiro, proibiu o corte e da energia elétrica da igreja e a inclusão nos órgãos de proteção ao crédito.

O Grande templo está localizado na Av. do CPA e suspendeu suas atividades devido a decretos municipais e estaduais, sendo assim, não gerou consumo e por conta disso, ficou pagando taxa mínima entre RS 34,74 e R$ 41,22.

Após o retorno das atividades em agosto deste 2021, a Energisa lançou duas faturas nos valores de R$4.039,58 e outra de R$1.322,10, após uma inspeção técnica na instalação elétrica da igreja.

A juíza também cita a necessidade de transparência nas informações prestadas ao consumidor

“Os órgãos públicos, por si ou suas empresas, concessionárias, permissionárias ou sob qualquer outra forma de empreendimento, são obrigados a fornecer serviços adequados, eficientes, seguros e, quanto aos essenciais, contínuos”.

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