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VÍDEO: Zé Trovão pede que caminhoneiros aguardem para entrar em greve

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Zé trovão cobra redução no preço dos combustíveis
Reprodução: iG Minas Gerais

Zé trovão cobra redução no preço dos combustíveis

O caminhoneiro apoiador do presidente Jair Bolsonaro, Marcos Antonio Pereira Gomes, conhecido como “Zé Trovão” , pediu que caminhoneiros aguardem até a próxima semana para entrar em greve. Na sexta-feira (17), a categoria anunciou que  “é provável” uma nova paralisação. 

Em vídeo, ele convoca os motoristas a fazerem manifestações na frente das refinarias da Petrobras na próxima segunda-feira (27) para reivindicar 25% de desconto no óleo diesel e 15% na gasolina e no álcool. “Se isso não acontecer, na semana que vem a gente vai fazer uma coisa organizada”, disse.

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Segundo bolsonarista, a empresa atua para “dar um golpe” no presidente e, para isso, tenta inviabilizar o trabalho da categoria. “Bolsonaro está fazendo tudo o que pode para conseguir viabilizar o transporte brasileiro”, afirma. 

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Por quatro votos a zero, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter a prisão do caminhoneiro e youtuber Marcos Antônio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão. No fim do ano passado, ele teve prisão domiciliar concedida.

Veja

Reajuste motivou vídeo

Na última sexta-feira (17), a  Petrobras anunciou reajuste na gasolina, que subiu nas refinarias de R$ 3,86 para R$ 4,06 por litro, um aumento de 5,18%. Com o diesel, o preço por litro teve alta de R$ 4,91 para R$ 5,61, o que equivale a um reajuste 14,26%.

A última vez que a gasolina foi reajustada nas refinarias foi no dia 11 de março, quando subiu 18,7%, passando de R$ 3,25 para R$ 3,86. Ou seja, é a primeira alta em 98 dias. É ainda o terceiro reajuste do ano.

Caminhoneiros prometem greve

A Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (ABRAVA) disse em nota nesta sexta-feira (17) que o Brasil vai “parar novamente” após a Petrobras anunciar  reajuste de 14,25% e 5,18%, no diesel e na gasolina , respectivamente. 

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“A verdade é que, de uma forma ou de outra, mantendo-se essa política cruel de preços da Petrobras, o país vai parar novamente, se não for por greve, será pelo fato de se pagar para trabalhar. A greve, é o mais provável”, afirma. 

A ABRAVA, liderada por Wallace Landim, o Chorão, diz que o aumento se deve à política de preços da Petrobras que vem causando “caos econômico” na sociedade. 

Para Landim, um dos líderes da greve dos caminhoneiros de 2018, não ter reestruturado a política da empresa foi a “grande falha e incompetência do Governo Bolsonaro”. As críticas não poupam o ministro da Economia, Paulo Guedes. 

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ECONOMIA

Brasil é 1º no ranking mundial de crescimento das compras online

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Com a pandemia e as lojas físicas fechadas, as vendas online cresceram significativamente em todos os países do mundo.

A grande surpresa, é que especialmente no Brasil, o aumento foi ainda mais significativo. O país que lidera o ranking de crescimento das vendas online, com 22,2% no ano de 2022, e um crescimento estimado de 20,73% ao ano, entre 2022 e 2025.

É o que revela um estudo divulgado pela CupomValido.com.br, plataforma de cupons de descontos online, com dados da Statista sobre as vendas no e-commerce.

De acordo com o estudo, o Brasil possui uma expectativa de crescimento quase duas vezes maior que a média mundial (11,35%), e acima até de países como o Japão (14,7%), o Estados Unidos (14,55%) e a França (11,68%).

Por que o e-commerce no Brasil cresce tanto?

Dois fatores foram cruciais para influenciar o forte crescimento das vendas online no Brasil.

A pandemia é um dos primeiros fatores, pois com as lojas físicas fechadas, fez com que diversos brasileiros passassem a realizar sua primeira compra online. Ao encontrar facilidade na compra, métodos de pagamento instantâneos (como o PIX), e entregas rápidas (diversas lojas com entregas em 1 dia útil), muitos deles se tornaram consumidores recorrentes.

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Um segundo fator, é que o índice de penetração de compras online, ainda é relativamente baixo no Brasil.

Segundo a pesquisa, no Reino Unido, 84% das pessoas realizaram pelo menos uma compra nos últimos 12 meses. Nos Estados Unidos e no Japão, em ambos os países a taxa foi de 77%. E na Alemanha, foi de 74%.

Como boa parte da população, principalmente destes países desenvolvidos, já realiza frequentemente compras online, a taxa de crescimento em potencial tende a ser menor nos próximos anos.

Em contrapartida, no caso do Brasil, apenas 49% da população realizou ao menos uma compra online no último ano. Isto explica o potencial significativo de crescimento que o Brasil ainda possui, ao comparar com os outros países.

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