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Rússia dá calote em dívida externa pela primeira vez desde 1918

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Rússia entra em default pela primeira vez desde 1918
Ivonete Dainese

Rússia entra em default pela primeira vez desde 1918

 A  Rússia não pagou os juros de títulos de dívida pública em moeda estrangeira nesta segunda-feira (27) e entrou em default pela primeira vez desde 1918.

O calote se refere a US$ 100 milhões em obrigações que estão bloqueadas por conta das  sanções impostas pelo Ocidente contra o regime de Vladimir Putin.

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Com isso, o default deve ter efeito meramente simbólico, uma vez que a Rússia já está marginalizada no sistema econômico global por conta da guerra na Ucrânia.

Além disso, a ausência de pagamento não se deve à falta de dinheiro, mas sim ao fechamento dos canais de transferência por parte dos credores.

Moscou passou perto de um default em outras ocasiões nos últimos meses, mas havia conseguido administrar a situação modificando métodos de pagamento.

Em maio, no entanto, o Tesouro dos Estados Unidos não renovou a licença que isentava investidores americanos com títulos russos das sanções econômicas.

A Rússia, por sua vez, afirmou que os recursos para o pagamento dos ativos foram transferidos em 20 de maio e que as acusações de default são “ilegítimas”.

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ECONOMIA

Brasil é 1º no ranking mundial de crescimento das compras online

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Com a pandemia e as lojas físicas fechadas, as vendas online cresceram significativamente em todos os países do mundo.

A grande surpresa, é que especialmente no Brasil, o aumento foi ainda mais significativo. O país que lidera o ranking de crescimento das vendas online, com 22,2% no ano de 2022, e um crescimento estimado de 20,73% ao ano, entre 2022 e 2025.

É o que revela um estudo divulgado pela CupomValido.com.br, plataforma de cupons de descontos online, com dados da Statista sobre as vendas no e-commerce.

De acordo com o estudo, o Brasil possui uma expectativa de crescimento quase duas vezes maior que a média mundial (11,35%), e acima até de países como o Japão (14,7%), o Estados Unidos (14,55%) e a França (11,68%).

Por que o e-commerce no Brasil cresce tanto?

Dois fatores foram cruciais para influenciar o forte crescimento das vendas online no Brasil.

A pandemia é um dos primeiros fatores, pois com as lojas físicas fechadas, fez com que diversos brasileiros passassem a realizar sua primeira compra online. Ao encontrar facilidade na compra, métodos de pagamento instantâneos (como o PIX), e entregas rápidas (diversas lojas com entregas em 1 dia útil), muitos deles se tornaram consumidores recorrentes.

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Um segundo fator, é que o índice de penetração de compras online, ainda é relativamente baixo no Brasil.

Segundo a pesquisa, no Reino Unido, 84% das pessoas realizaram pelo menos uma compra nos últimos 12 meses. Nos Estados Unidos e no Japão, em ambos os países a taxa foi de 77%. E na Alemanha, foi de 74%.

Como boa parte da população, principalmente destes países desenvolvidos, já realiza frequentemente compras online, a taxa de crescimento em potencial tende a ser menor nos próximos anos.

Em contrapartida, no caso do Brasil, apenas 49% da população realizou ao menos uma compra online no último ano. Isto explica o potencial significativo de crescimento que o Brasil ainda possui, ao comparar com os outros países.

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