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R$ 3,45

Com redução, valor passa de R$ 4,02 para R$ 3,84 por litro

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O preço médio de venda de diesel A da Petrobras para as distribuidoras está mais baixo a partir desta quinta-feira (23). Com a redução de R$ 0,18 por litro, o valor passa de R$ 4,02 para R$ 3,84 por litro.

Em nota, divulgada nessa quarta-feira (22) para anunciar o novo valor, a Petrobras informou que a sua parcela no preço ao consumidor será, em média, R$ 3,45 a cada litro vendido na bomba, após considerar a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos.

De acordo com a companhia, os principais motivos para recuo são a manutenção da competitividade dos seus preços “frente às principais alternativas de suprimento dos nossos clientes e a participação de mercado necessária para a otimização dos ativos de refino”.

A petroleira destacou ainda que na definição de preços preserva a competitividade, mas evita o repasse das frequentes mudanças do mercado internacional. “Ciente da importância de seus produtos para a sociedade brasileira, a companhia destaca que na formação de seus preços busca evitar o repasse da volatilidade conjuntural do mercado internacional e da taxa de câmbio, ao passo que preserva um ambiente competitivo salutar nos termos da legislação vigente”.

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Fonte Agência Brasil

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AGRO & NEGÓCIOS

Geopolítica, crise no agro e cenário nacional pautam encontro da Aprosoja em Primavera do Leste

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Na quinta-feira (07), o Aprosoja Mato Grosso realizou, no Sindicato Rural de Primavera do Leste, um encontro voltado à discussão dos desafios enfrentados pelo agronegócio brasileiro diante do atual cenário econômico, jurídico e geopolítico mundial.


O evento reuniu produtores rurais, lideranças do setor e especialistas, tendo como um dos principais destaques a palestra do cientista político HOC, que apresentou uma análise sobre os impactos da geopolítica internacional na economia global e nos reflexos diretos sobre o Brasil.

Durante a palestra, HOC destacou que o mundo vive uma transformação profunda nas relações comerciais e estratégicas entre países, especialmente após a pandemia e os conflitos internacionais recentes. Segundo ele, questões como a disputa entre Estados Unidos e China, guerras no Oriente Médio, segurança energética, fertilizantes, alimentos e cadeias produtivas deixaram de ser apenas temas econômicos e passaram a ser pautas geopolíticas. O palestrante ressaltou ainda que o Brasil ocupa hoje uma posição estratégica no mundo por reunir fatores considerados essenciais para as próximas décadas, como produção de alimentos, energia renovável, reservas minerais e grande capacidade territorial.

“O Brasil vive uma janela de oportunidade rara. O mundo inteiro olha hoje para a América do Sul como uma região estratégica, principalmente pela segurança alimentar e energética”, pontuou durante a apresentação.

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Outro destaque do encontro foi a apresentação do presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, que fez um balanço das principais dificuldades enfrentadas pelo setor produtivo nos últimos anos.

Entre os temas abordados estiveram:

  • alta dos juros e endividamento rural;
  • dificuldades no acesso ao crédito;
  • insegurança jurídica;
  • invasões de terra;
  • regularização fundiária;
  • Moratória da Soja;
  • custos elevados de fertilizantes;
  • logística e infraestrutura;
  • cobrança do FETAB;
  • além dos impactos causados pela quebra de safra em Mato Grosso.

Lucas Beber também apresentou ações desenvolvidas pela entidade junto ao Governo do Estado, Assembleia Legislativa, Congresso Nacional, STF e órgãos reguladores, buscando minimizar os impactos econômicos e jurídicos enfrentados pelos produtores.


Produtores rurais presentes no encontro também demonstraram preocupação com o atual cenário político e econômico do país. Nas entrevistas realizadas durante o evento, muitos defenderam maior segurança jurídica, estabilidade econômica, incentivo à produção e mais representatividade do setor produtivo nas decisões nacionais.

O produtor rural José Nardes destacou a necessidade de fortalecimento do agro diante das dificuldades enfrentadas pelo setor. Já o produtor Nereu Carlos Parmigiani afirmou que o agronegócio segue sendo um dos pilares da economia brasileira mesmo em períodos de instabilidade econômica.


Para os participantes, o encontro promovido pela Aprosoja Mato Grosso serviu como espaço de reflexão sobre os rumos do Brasil, especialmente em um momento em que questões internacionais passam a impactar diretamente o cotidiano do produtor rural brasileiro.

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