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Imposto sob exportação de petróleo entra no radar do Congresso

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Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados
Paulo Sergio/Câmara dos Deputados

Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados

A reunião de líderes convocada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), para discutir a política de preços da Petrobras também deverá incluir uma discussão em torno de um imposto sobre as exportações brasileiras de petróleo. Anunciada por Lira na última quinta-feira em meio à decisão da estatal sobre o reajuste do preço dos combustíveis, a reunião deverá esgotar todas as possibilidades sobre o tema.

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A informação sobre a taxação da exportação de petróleo foi revelada pelo jornal “O Estado de S. Paulo” e confirmada pelo GLOBO. Nesta sexta-feira, Lira cobrou a renúncia do presidente da Petrobras, José Mauro Coelho, e levantou a hipótese sobre o aumento da alíquota cobrada sobre o lucro da Petrobras. “Nós vamos reunir o colégio de líderes para discutir a política de preços da Petrobras. Vamos dobrar essa taxação e tentar reverter isso diretamente para a população, para que [o dinheiro] não entre no caixa do governo, para que não vá para o Tesouro e para que não esteja sujeito ao teto de gastos”, afirmou Lira, em entrevista à GloboNews.

Nesta sexta-feira (17), a Petrobras anunciou reajustes dos preços da gasolina e do diesel. A partir deste sábado, o preço da gasolina nas refinarias irá de R$ 3,86 para R$ 4,06 por litro, um aumento de 5,18%. Com o diesel, o preço por litro terá alta de R$ 4,91 para R$ 5,61, o que equivale a um reajuste 14,25%.

“Vamos discutir todas as alternativas para acabar com isso e a discussão sobre a exportação vai ser uma delas”, afirmou o deputado Altineu Côrtes, líder do PL na Câmara.

Segundo líderes ouvidos pelo GLOBO, entre as propostas citadas por Lira também estão um congelamento do preço dos combustíveis ou um aumento da tributação da Petrobras. Essa arrecadação poderia ser usada para subsidiar a paralisação dos preços da gasolina e do diesel, segundo os defensores da proposta. Entre os líderes, não há consenso sobre as propostas que devem ser adotadas.

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Brasil é 1º no ranking mundial de crescimento das compras online

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Com a pandemia e as lojas físicas fechadas, as vendas online cresceram significativamente em todos os países do mundo.

A grande surpresa, é que especialmente no Brasil, o aumento foi ainda mais significativo. O país que lidera o ranking de crescimento das vendas online, com 22,2% no ano de 2022, e um crescimento estimado de 20,73% ao ano, entre 2022 e 2025.

É o que revela um estudo divulgado pela CupomValido.com.br, plataforma de cupons de descontos online, com dados da Statista sobre as vendas no e-commerce.

De acordo com o estudo, o Brasil possui uma expectativa de crescimento quase duas vezes maior que a média mundial (11,35%), e acima até de países como o Japão (14,7%), o Estados Unidos (14,55%) e a França (11,68%).

Por que o e-commerce no Brasil cresce tanto?

Dois fatores foram cruciais para influenciar o forte crescimento das vendas online no Brasil.

A pandemia é um dos primeiros fatores, pois com as lojas físicas fechadas, fez com que diversos brasileiros passassem a realizar sua primeira compra online. Ao encontrar facilidade na compra, métodos de pagamento instantâneos (como o PIX), e entregas rápidas (diversas lojas com entregas em 1 dia útil), muitos deles se tornaram consumidores recorrentes.

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Um segundo fator, é que o índice de penetração de compras online, ainda é relativamente baixo no Brasil.

Segundo a pesquisa, no Reino Unido, 84% das pessoas realizaram pelo menos uma compra nos últimos 12 meses. Nos Estados Unidos e no Japão, em ambos os países a taxa foi de 77%. E na Alemanha, foi de 74%.

Como boa parte da população, principalmente destes países desenvolvidos, já realiza frequentemente compras online, a taxa de crescimento em potencial tende a ser menor nos próximos anos.

Em contrapartida, no caso do Brasil, apenas 49% da população realizou ao menos uma compra online no último ano. Isto explica o potencial significativo de crescimento que o Brasil ainda possui, ao comparar com os outros países.

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