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Acionistas indicam nomes para Conselho da Eletrobras; veja lista

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Grupo de acionistas da Eletrobras indica lista para Conselho, após renúncia coletiva
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Grupo de acionistas da Eletrobras indica lista para Conselho, após renúncia coletiva

Um grupo de acionistas da Eletrobras que representa mais de 5% do capital da empresa encaminhou ao Conselho de Administração da companhia uma lista com dez indicados para compor o colegiado. O documento foi enviado ao órgão no domingo (19), um dia após renúncia coletiva de nove conselheiros.

Um dos indicados é Ivan Monteiro, ex-presidente da Petrobras e atual copresidente do Credit Suisse no Brasil. Marcelo Gasparino, que está no Conselho da petroleira, também é um dos indicados. Veja a lista completa abaixo:

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  • Carlos Augusto Leone Piani
  • Daniel Alves Ferreira
  • Felipe Vilela Dias
  • Ivan de Souza Monteiro
  • Marcelo de Siqueira Freitas
  • Marcelo Gasparino da Silva
  • Marisete Fatima Dadald Pereira
  • Octavio Cortes Pereira Lopes
  • Vicente Falconi Campos
  • Pedro Batista de Lima Filho (candidato para eleição em separado pelos acionistas titulares de ações preferenciais)
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Na carta, os acionistas da Eletrobras pedem que seja fixado prazo para o mandato unificado do Conselho de Administração. No sábado, nove conselheiros renunciaram – o Conselho tem 11 cadeiras, mas uma está vazia. O mandato deles havia começado em abril de 2021. 

Na justificativa, os executivos alegaram que, com a privatização da Eletrobras, será necessária uma nova composição do colegiado para refletir a nova distribuição das ações da empresa.

O processo de privatização ocorreu por meio da capitalização da companhia, que levou à diluição da posição majoritária do governo. Assim, a Eletrobras deixou de ter controlador definido.

Segundo a Eletrobras, as indicações recebidas no domingo terão de passar pelo crivo do Comitê de Pessoas, Elegibilidade, Sucessão e Remuneração, “a fim de verificar se atendem os requisitos de elegibilidade exigidos para eleição em Assembleia Geral de acionistas”.

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Entre os signatários do documento com a lista de indicados estão 3G Radar, Banco Clássico, XP Gestão de Recursos e Vinci Equities gestora de recursos.

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Brasil é 1º no ranking mundial de crescimento das compras online

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Com a pandemia e as lojas físicas fechadas, as vendas online cresceram significativamente em todos os países do mundo.

A grande surpresa, é que especialmente no Brasil, o aumento foi ainda mais significativo. O país que lidera o ranking de crescimento das vendas online, com 22,2% no ano de 2022, e um crescimento estimado de 20,73% ao ano, entre 2022 e 2025.

É o que revela um estudo divulgado pela CupomValido.com.br, plataforma de cupons de descontos online, com dados da Statista sobre as vendas no e-commerce.

De acordo com o estudo, o Brasil possui uma expectativa de crescimento quase duas vezes maior que a média mundial (11,35%), e acima até de países como o Japão (14,7%), o Estados Unidos (14,55%) e a França (11,68%).

Por que o e-commerce no Brasil cresce tanto?

Dois fatores foram cruciais para influenciar o forte crescimento das vendas online no Brasil.

A pandemia é um dos primeiros fatores, pois com as lojas físicas fechadas, fez com que diversos brasileiros passassem a realizar sua primeira compra online. Ao encontrar facilidade na compra, métodos de pagamento instantâneos (como o PIX), e entregas rápidas (diversas lojas com entregas em 1 dia útil), muitos deles se tornaram consumidores recorrentes.

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Um segundo fator, é que o índice de penetração de compras online, ainda é relativamente baixo no Brasil.

Segundo a pesquisa, no Reino Unido, 84% das pessoas realizaram pelo menos uma compra nos últimos 12 meses. Nos Estados Unidos e no Japão, em ambos os países a taxa foi de 77%. E na Alemanha, foi de 74%.

Como boa parte da população, principalmente destes países desenvolvidos, já realiza frequentemente compras online, a taxa de crescimento em potencial tende a ser menor nos próximos anos.

Em contrapartida, no caso do Brasil, apenas 49% da população realizou ao menos uma compra online no último ano. Isto explica o potencial significativo de crescimento que o Brasil ainda possui, ao comparar com os outros países.

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