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Crea/MT convida para audiência pública da Semob sobre  Plano de Mobilidade

Redação
Redação abr 28

O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT), eng. civil, Juares Samaniego, convida os profissionais do Sistema Confea/Crea para audiência pública, nesta quarta-feira (27/04), ás 19h, no auditório do Crea-MT, que debaterá o Plano Municipal de Mobilidade e Acessibilidade de Cuiabá. Na oportunidade serão discutidos os estudos (em fase de elaboração) , que irão apontar as formas e condições de locomoção no trânsito. O diagnóstico será apresentado pelo’Consórcio Cuiabá em Movimento’, formado pelas empresas EGL Engenharia LTDA e GPO Sistran LTDA.

O presidente do Crea-MT que também é secretário de Mobilidade Urbana, Juares Samaniego, ressalta sobre a importância da participação da sociedade, representantes do povo (políticos detentores de cargos eletivos), empresários, instituições representativas e sociedade civil em geral.

“Neste momento da audiência pública apresentamos o diagnóstico do Plano de Mobilidade e aceitamos sugestões ou analisaremos os pontos questionados para que o Plano de Mobilidade fique conforme o planejado. Vamos projetar o desenvolvimento da Capital através desses estudos com dados técnicos. E isso vai servir para os próximos gestores que terão um plano de desenvolvimento na mobilidade. Essas diretrizes são importantes para que o gestor saiba onde investir, onde melhorar e o que mudar na mobilidade urbana. E sem contar que esse estudo é obrigatório para cidades que possuem mais de 200 mil habitantes, conforme consta na Lei 12.587/2012”, explicou Juares.

O diagnóstico irá mostrar soluções para o trânsito e apontar as condições de calçadas e passeios públicos, além de apresentar de que forma elas são utilizadas. Conforme a Lei 12.587/2012, o Plano de Mobilidade deve conter diagnósticos para o transporte público coletivo, circulação de carros e pedestres, acessibilidade para pessoas com deficiência e integração do transporte público com o privado, ciclovia/ciclofaixa, entre outros. O município que não tiver esse diagnóstico poderá deixar, por exemplo, de receber recursos federais para mobilidade urbana.

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