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Várzea Grande

Prefeito Kalil transfere ponto facultativo para o dia 9, sexta-feira

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O prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, assinou hoje (6) o decreto de número 57 que transfere o ponto facultativo de 8 de dezembro – quando se celebra o Dia de Imaculada Conceição – para o dia 9, sexta-feira.

O decreto estará publicado na edição de amanhã (7), do Jornal Oficial Eletrônico dos Municípios do Estado de Mato Grosso. A decisão levou em conta o jogo do Brasil contra a Croácia, pelas quartas-de-final da Copa do Mundo do Catar, partida que será realizada no dia 9, às 12h.

“Ao invés de parar o atendimento ao público nas repartições em um dia e fazer expediente corrido no dia seguinte, optamos por unir o recesso em apenas uma data”, justifica o Chefe do Executivo.

A medida altera o Decreto Municipal nº. 113/2021, o qual dispõe sobre a divulgação dos dias de feriados de âmbito nacional, estadual e municipal, e ainda, define os pontos facultativos nas repartições públicas de Várzea Grande.

O ponto facultativo no dia 9 não se aplica aos plantões e às atividades essenciais que não permitem interrupções, como urgências e emergências na área de saúde, segurança, Defesa Civil e coleta de lixo, por exemplo.

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O decreto 57, que traz a nova redação em relação ao Dia de Imaculada Conceição para 2022, também não altera em nada o funcionamento do comércio em geral. Conforme a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), o ponto facultativo permite que comerciantes de lojas de rua e de shopping abram as portas normalmente.

Conforme orientação da Fecomércio/MT, a medida exime os empresários do setor de observar os dispositivos contidos na CCT no que se refere ao pagamento das horas trabalhadas, pois existe um acordo firmado entre os sindicatos patronais do comércio filiados à entidade e o Sindicato dos Empregados do Comércio de Cuiabá (SECC).

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande MT

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MP aponta omissão da Prefeitura de Várzea Grande e coloca gestão sob pressão em investigação do transporte escolar

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) notificou oficialmente a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, sobre possíveis irregularidades envolvendo contratos do transporte escolar municipal firmados ainda em 2022. O documento, assinado pela promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, aponta que a atual gestão poderá responder por omissão administrativa caso não adote providências diante das irregularidades já identificadas pela Controladoria Geral do Município (CGM).

veja o ofício na íntegra no link abaixo.

Oficio 027-2026-1ªPJC SIMP 002858-006-2026_260511_184644

Segundo o Ofício nº 027/2026, encaminhado nesta segunda-feira (11), a 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande instaurou o Inquérito Civil SIMP nº 002858-006-2026 para apurar possíveis irregularidades na contratação e execução dos serviços públicos de transporte escolar, relacionados ao Pregão Eletrônico nº 01/2022 e ao Contrato Administrativo nº 095/2022.

No documento, o Ministério Público destaca que o atual secretário municipal de Educação, Silvio Aparecido Fidelis, figura como investigado no procedimento.

A notificação recomendatória enviada à prefeita menciona que a ausência de providências administrativas diante das supostas irregularidades apontadas no Relatório Técnico nº 05/2025 da CGM/VG pode configurar improbidade administrativa por omissão, conforme previsto na Lei nº 8.429/92.

O MP também recomenda que a Prefeitura promova imediatamente medidas administrativas e judiciais cabíveis para eventual ressarcimento ao erário, caso sejam confirmados danos aos cofres públicos.

Outro ponto sensível levantado pela promotoria diz respeito à permanência de Silvio Aparecido Fidelis no comando da Secretaria Municipal de Educação, mesmo após a comunicação formal das irregularidades apontadas pela Controladoria ainda em outubro de 2025. O Ministério Público pede explicações sobre a manutenção e posterior nomeação do secretário ao cargo ao longo de 2026, citando os princípios constitucionais da administração pública, como moralidade e eficiência.

A prefeita de Várzea Grande terá prazo de 10 dias para responder oficialmente à recomendação do Ministério Público. O caso aumenta a pressão sobre a gestão municipal em um momento de forte cobrança pública por transparência e fiscalização dos contratos ligados à educação e ao transporte escolar no município.

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