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Balanças rodoviárias ajudam a controlar custos em confinamentos de bovinos

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O controle da planilha de custos é essencial para a lucratividade e o sucesso da pecuária, considerando as reduzidas margens da atividade. E isso vale em todas as etapas do processo, incluindo atividades que às vezes podem passar despercebidas, como embarque e recepção do gado ou caminhões com insumos. “Ter equipamento para pesagem na propriedade é essencial nesse processo”, explica o zootecnista Gustavo Trivelin, coordenador de marketing da Coimma, empresa líder no mercado de troncos e balanças para pecuária. “Além de ser uma ferramenta imprescindível de gestão, ajuda a evitar fraudes ou até erros humanos, protegendo o investimento. Essa atenção é particularmente importante no confinamento, especialmente em um ano de custo elevado de animais de reposição e valorização dos insumos nutricionais”.

Gustavo Trivelin recomenda que o controle das operações de confinamento inclua o uso de balanças rodoviárias. “É extremamente importante que todos os insumos recebidos sejam auditados, seja um caminhão de boi magro ou um caminhão de grãos. Antes do descarregamento, o veículo deve passar pelo equipamento de pesagem, certificando que o valor pago pelo peso está correto”, destaca.

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O profissional recomenda atenção também na hora de embarcar os bois terminados. “Mesmo depois do processamento no curral e o registro do peso individual dos animais, o caminhão de transporte bovino precisa passar pela balança rodoviária para verificar o peso total carregado, para posteriormente ser comparado quando a carga animal chegar ao frigorífico”.

A balança rodoviária possibilita o gerenciamento de informações dos produtos e insumos enviados ou recebidos. “A implantação de uma balança rodoviária no confinamento reduz as perdas na operação e proporciona agilidade, já que basta o caminhão subir no equipamento que os dados são digitalmente calculados. A balança rodoviária possui um painel indicador resistente e assertivo, o que facilita a coleta de informações”.

O equipamento conta com o Indicador WT27-R Gráfico, que é à prova de interferência eletromagnética, tornando-se um componente extremamente resistente. A balança também é compatível com células de carga digitais e analógicas. As células de carga digitais possuem circuito eletrônico interno, que monitora e garante a segurança na transmissão de dados, minimizando falhas na pesagem e levando confiabilidade nas informações geradas.

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Além da balança rodoviária de concreto, que é o modelo mais tradicional do mercado, a existe a balança rodoviária versão metálica. Um grande diferencial da balança rodoviária metálica é a viabilidade de sua instalação em áreas arrendadas ou confinamentos temporários. “Além de reduzir o custo de investimento de obra civil, por ser toda de aço, a balança metálica é modular, podendo ter sua dimensão ampliada ou ser carregada para outro ambiente e reinstalada”, diz Gustavo Trivelin.

Como diferencial, existem equipamentos robustos, com longa vida, alta qualidade de acabamento e assistência técnica especializada em atender empresas pecuárias.

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Circuito Aprosoja reúne produtores em Alta Floresta e debate endividamento, FETAB e desafios do agro em MT

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A manhã desta segunda-feira (18) foi marcada pela realização do 20º Circuito Aprosoja, em Alta Floresta, no extremo norte de Mato Grosso. O encontro reuniu produtores rurais, empresários e lideranças do setor na sede do SIMENORTE, Sindicato dos Madeireiros do Extremo Norte de Mato Grosso.


Representando a Aprosoja-MT, o vice-presidente Luiz Pedro Bier fez um balanço dos últimos anos de atuação da entidade e destacou os principais desafios enfrentados pela agricultura mato-grossense. Entre os temas abordados estiveram o endividamento dos produtores, insegurança jurídica no campo, ameaças de invasão de terras, instabilidades climáticas, restrições ao crédito rural, regularização ambiental, logística e a cobrança do FETAB.


Durante a apresentação, Bier afirmou que o setor produtivo tem enfrentado uma combinação de fatores que pressionam diretamente a atividade no campo. Segundo ele, a queda no preço da soja, o aumento dos custos de produção, os juros elevados, a seca em algumas regiões e o excesso de chuvas em outras criaram um cenário de forte preocupação para os produtores.

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O vice-presidente também destacou a atuação da Aprosoja em pautas como a regularização do CAR, a defesa da propriedade privada, o enfrentamento à moratória da soja e o diálogo com instituições financeiras em busca de alternativas para o endividamento rural.


Outro ponto de destaque foi o FETAB. Bier afirmou que a entidade, junto com outras organizações do setor produtivo, tem trabalhado para evitar novos aumentos e buscar alívio ao produtor rural. Segundo ele, os congelamentos recentes e a possível não reedição do chamado FETAB 2 podem representar uma economia expressiva para o setor.

O ex-presidente da Aprosoja Brasil, Antônio Galvan, também participou do encontro e falou sobre o impacto do FETAB no bolso do produtor, reforçando a cobrança por medidas que aliviem a carga sobre quem produz em Mato Grosso.

O evento também contou com palestra do professor HOC, que abordou temas ligados à geopolítica e seus reflexos no agronegócio brasileiro, especialmente em um momento de instabilidade econômica, disputas comerciais e mudanças no cenário internacional.


O Circuito Aprosoja em Alta Floresta reforçou a importância do debate regionalizado, ouvindo produtores e levando informações sobre as ações da entidade em defesa do setor produtivo mato-grossense.

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