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AGRO & NEGÓCIOS

Americanos afirmam que Agrihub tem potencial internacional

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Com a ideia de construir elos de cooperação entre mãos e mentes do agronegócio mundial, um grupo de americanos esteve quinta-feira (08/07) no Instituto AgriHub, em Cuiabá, para ressignificar a visão de mercado para empreender resultados reais e inovadores no setor. O grupo foi recepcionado pelo diretor executivo do Instituto, Otávio Celidonio.

A visita foi liderada pelo fundador e diretor de negócios da Agro Bravo, Júlio Bravo. A visão de Júlio enquanto empreendedor do agro é expandir horizontes da porteira para dentro e conectar valores com as demandas reais do mercado e da sociedade, da porteira para fora. Para Júlio Bravo o intercâmbio agrega soluções educacionais para o agronegócio e para quem vive no campo, impulsionando a expertise em técnicas, tecnologias e trocas de experiências nacionais e internacionais.

“O nosso objetivo é criar um ambiente de cooperação entre as principais regiões agrícolas de larga escala do mundo. O grupo é formado por profissionais de Minneapolis, estado de Minnesota, Canadá, Vale do Silício, Dakota do Norte e Iowa. Eles estão aqui em Mato Grosso pela primeira vez e estão impressionados com o agro mato-grossense e com o potencial internacional do AgriHub. A ideia é criar, por meio da tecnologia e da inovação, uma ponte entre as Américas Central, do Norte e do Sul, Brasil e Argentina, para tentarmos criar juntos um AgriHub internacional e assim expandir o nosso tipo de mercado para o mundo”, afirmou Júlio Bravo.

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O diretor do AgriHub, Otávio Celidonio, apresentou dados da soja, milho, algodão, pecuária e da conjuntura econômica de Mato Grosso. Falou sobre o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), responsável pelos estudos e projetos socioeconômicos e ambientais em todo o território mato-grossense que contribuem para o desenvolvimento sustentável do agronegócio do estado.

Otávio expôs a metodologia de trabalho do AgriHub, além de falar das parcerias com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT) e as mantenedoras do AgriHub Space e dos objetivos do instituto, como promover o desenvolvimento da Agricultura Digital, eficiência e sustentabilidade no setor agropecuário. Além do institucional, Otávio mostrou resultados dos projetos desenvolvidos pelo AgriHub e parceiros, como a Plataforma My AgriHub, o Conexão AgriHub Space, Rede de Fazendas Alfas, Rede AgriHub Pró, Mapeamento de Agtechs, entre outros.

“O AgriHub começou como um projeto, se tornou um instituto e hoje se destaca no mercado nacional como uma rede AgriTech para as melhores soluções de tecnologia aplicadas ao setor. O objetivo é difundir novas tecnologias para agricultura e pecuária, potencializar a produção e levar solução para as dificuldades dos nossos parceiros”, contou Celidonio.

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COMITIVA – Formada por Melissa Carmichael – vice-presidente de Estratégia e Inovação do Bremer Bank; Felipe Gonzales empreendedor, investidor anjo que faz parte de uma aceleradora e investidora de startups e lidera a expansão da Bushel para a América do Sul; Rob Trice investidor internacional em capital de risco e o fundador do The Mixing Bowl e Shane Thomas que escreve um boletim global Upstream Ag Insights – notícias e análises para líderes do agronegócio e ainda opera uma empresa de consultoria agrícola.

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AGRO & NEGÓCIOS

Circuito Aprosoja reúne produtores em Alta Floresta e debate endividamento, FETAB e desafios do agro em MT

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A manhã desta segunda-feira (18) foi marcada pela realização do 20º Circuito Aprosoja, em Alta Floresta, no extremo norte de Mato Grosso. O encontro reuniu produtores rurais, empresários e lideranças do setor na sede do SIMENORTE, Sindicato dos Madeireiros do Extremo Norte de Mato Grosso.


Representando a Aprosoja-MT, o vice-presidente Luiz Pedro Bier fez um balanço dos últimos anos de atuação da entidade e destacou os principais desafios enfrentados pela agricultura mato-grossense. Entre os temas abordados estiveram o endividamento dos produtores, insegurança jurídica no campo, ameaças de invasão de terras, instabilidades climáticas, restrições ao crédito rural, regularização ambiental, logística e a cobrança do FETAB.


Durante a apresentação, Bier afirmou que o setor produtivo tem enfrentado uma combinação de fatores que pressionam diretamente a atividade no campo. Segundo ele, a queda no preço da soja, o aumento dos custos de produção, os juros elevados, a seca em algumas regiões e o excesso de chuvas em outras criaram um cenário de forte preocupação para os produtores.

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O vice-presidente também destacou a atuação da Aprosoja em pautas como a regularização do CAR, a defesa da propriedade privada, o enfrentamento à moratória da soja e o diálogo com instituições financeiras em busca de alternativas para o endividamento rural.


Outro ponto de destaque foi o FETAB. Bier afirmou que a entidade, junto com outras organizações do setor produtivo, tem trabalhado para evitar novos aumentos e buscar alívio ao produtor rural. Segundo ele, os congelamentos recentes e a possível não reedição do chamado FETAB 2 podem representar uma economia expressiva para o setor.

O ex-presidente da Aprosoja Brasil, Antônio Galvan, também participou do encontro e falou sobre o impacto do FETAB no bolso do produtor, reforçando a cobrança por medidas que aliviem a carga sobre quem produz em Mato Grosso.

O evento também contou com palestra do professor HOC, que abordou temas ligados à geopolítica e seus reflexos no agronegócio brasileiro, especialmente em um momento de instabilidade econômica, disputas comerciais e mudanças no cenário internacional.


O Circuito Aprosoja em Alta Floresta reforçou a importância do debate regionalizado, ouvindo produtores e levando informações sobre as ações da entidade em defesa do setor produtivo mato-grossense.

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